Uma história pequenina que também é uma provocação, para aferir as conceções das crianças sobre as Mães... é também uma abordagem à Arte de Romero Britto, cujas esculturas ilustram esta PRÉ História.
São histórias com intencionalidade educativa, criadas, recontadas, recriadas ou formatadas por uma educadora de infância, para partilhar com crianças, educadores e pais, proporcionando alegria, fantasia, desafio, aprendizagem e sonho a muitos meninos e meninas...
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Para fazer download das PRÉ Histórias:
terça-feira, 27 de abril de 2021
domingo, 25 de abril de 2021
PRÉ Artes: A Mãe, na Arte de Romero Britto
quarta-feira, 14 de abril de 2021
A história de um pontinho...
A aventura de um pontinho que se tornou linha, ou como aprofundar conhecimento sobre estes dois elementos da linguagem visual... a brincar 😊
sábado, 6 de março de 2021
. Procura-se .
Alguém conseguiu descobrir?
É mais uma PRÉ História desenhada, à semelhança de "O pato Patareco do Daniel Adalberto" e de "O rato e o lápis"
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
1, 2, 3, Era uma vez...
Desta vez a proposta é às avessas: aqui não encontram uma história, mas uma ferramenta para construir histórias!
Passo a passo, escolham: quem, onde, quando, como, com quê? E imaginem o que aconteceu...
sábado, 20 de fevereiro de 2021
Faça chuva, ou faça sol...
Prontinha para inspirar pais e filhos e procurar contribuir para desemparedar a infância, aqui fica a última PRÉ História criada, que lança o cenário de aprendizagem para a próxima semana na Sala 1.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
Uma caixa (e tudo o que pode ser)
Tal como certamente acontece com muitas crianças fechadas em casa, o menino desta história já estava fartinho de brincar com os seus brinquedos. Até que descobriu uma nova forma de brincar... com a imaginação!
Juntando coisas do dia-a-dia, que todos temos em casa, com criatividade, a brincadeira sai enriquecida.
Foi o que aconteceu com o Júlio, o menino desta história!
Pode ser um primeiro passo para começar a brincar com peças soltas (loose parts) 😃
"As peças soltas estão a tornar-se elementos populares nos contextos de primeira infância por várias razões. Uma delas: por proporcionarem práticas adequadas ao desenvolvimento.
Peças soltas são materiais de fim aberto que são suficientemente atraentes para as crianças e convidam a ilimitadas possibilidades de manipulação e interação. Varas para bater, batucar, rolar, apontar e lançar, desenhar na areia, construir um acampamento, usar uma vassoura ou um mastro de uma bandeira numa luta de espadas. Discos de madeira para empilhar, escorregar e fingir cozinhar. Todos os tipos de blocos ou caixas para ordenar, contar, alinhar e para se esconder. Tubos de papel resistentes para rolar, deslizar materiais, ver ou escutar através deles, esconder materiais e acenar como extensões dos braços. Pedras de vidro para mexer com as mãos e desfrutar do som e da imagem e da sensação das pedras frias ao deslizarem sobre as mãos, mas também como joias para decorar as construções acabadas de criar.
Em resumo: qualquer material que possa ser usado com diversos fins e que seja atraente o suficiente para ser agarrado e manipulado pelas crianças, várias vezes, pode ser uma peça solta. Nesse sentido, materiais sensoriais como areia, argila, lama, água e até luz e vento também podem ser considerados peças soltas. (Fonte do texto)








